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Em Chapecó, vice-governadora reforça importância do apoio da sociedade civil organizada para o enfrentamento da violência contra as mulheres

Fotos: Richard Casas

Em mais uma ação do programa “Catarinas por Elas”, a vice-governadora Marilisa Boehm pediu o apoio da população e da sociedade civil organizada do Oeste do Estado para a prevenção e o enfrentamento da violência contra as mulheres. Durante palestra na Faculdade UCEFF, em Chapecó, ela assegurou que o assunto é uma das prioridades do Governo de Santa Catarina.

Marilisa destacou que, da sua experiência de quase três décadas como delegada da Polícia Civil em Joinville trouxe uma certeza: a violência contra as mulheres é uma questão cultural. “E para mudarmos isso precisamos, além dos investimentos constantes e relevantes que estão sendo feitos em nossas Forças de Segurança; tratar o assunto nas nossas escolas, ensinando meninos e meninas, rapazes e moças, que não é normal uma mulher ser agredida; e unir todas as instituições”, comentou.

A vice-governadora citou que o programa “Catarinas por Elas” é uma das ações que o governo catarinense colocou em prática para tratar do tema. “Reunimos as secretarias de Educação, Assistência Social, Mulher e Família, Segurança e Saúde, entre outras, para unificarmos iniciativas que já existiam e para buscarmos novas formas de mudar essa realidade que não é aceitável e, como sempre diz nosso governador Jorginho Mello, não combina com Santa Catarina”, argumentou.

A palestra destacou também outras iniciativas diretamente ligadas à vice-governança. “Os planos estaduais de Políticas Públicas para as Mulheres e de Combate à Violência Contra a Mulher estão em andamento e, por meio deles, amplificamos a atenção para essa pauta”, relatou Marilisa.

O objetivo do primeiro envolve um diagnóstico que está sendo realizado para apontar as múltiplas realidades das catarinenses. A meta é permitir ao governo estadual criar políticas específicas de acordo com as necessidades de cada região. O segundo contempla ações programadas para acontecer até 2035 em eixos como prevenção e educação, responsabilização e reeducação de agressores, atendimento e proteção, monitoramento e produção de dados, tudo de maneira articulada entre as secretarias de Estado, polícias Civil, Científica e Militar e Corpo de Bombeiros.

Ao público presente na palestra, Marilisa destacou que erradicar a violência é um compromisso e uma obrigação de todos. “E é importante dizer a todos que temos parceiros dedicados nessa luta. Os poderes Legislativo e Judiciário, a OAB, o Ministério Público, as instituições de ensino superior, quer sejam públicas ou privadas, estão sempre ao nosso lado, independente de ideologias ou cores partidárias. E tenho a certeza de que aqui no Oeste isso também ocorre. Mas reforço o convite para que estejamos cada vez mais unidos, pois a violência contra as mulheres prejudica famílias, crianças, jovens, adultos e todas as instituições”, concluiu.

Mais informações:
Jornalista Alessandro Bonassoli
Assessoria de Comunicação
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