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CRAS Oeste realiza roda de conversa – Prefeitura Municipal de Ubatuba

Após realizar uma  palestra para estudantes da Escola Estadual Maria Alice na última sexta-feira, 25, com o tema Setembro Amarelo, nesta terça-feira, foi a vez do  Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Oeste Roman Lanzoni, promover utra iniciativa sobre o tema: uma roda de conversa sobre saúde mental e valorização da vida.

O encontro reuniu usuários do serviço para discutir situações presentes no cotidiano, formas de cuidado e a importância da construção de redes de apoio.A atividade foi conduzida pelo psicólogo Ricardo Falleiros e pela assistente social Joselli Eleotério, que orientaram a conversa a partir das experiências trazidas pelos participantes. 

Foram abordados aspectos relacionados ao cuidado com a saúde mental e à identificação de situações que podem exigir atenção e apoio. A proposta também foi tratar o tema de forma aberta, contribuindo para reduzir estigmas relacionados ao sofrimento emocional e facilitar a compreensão sobre a importância de buscar ajuda quando necessário

“A iniciativa possibilitou o compartilhamento de vivências, dúvidas e demandas relacionadas à rotina, às relações familiares e sociais e aos desafios que podem interferir no bem-estar emocional. Muitas vezes, o problema de um também é o que impacta a vida do outro, e essa troca mostra que o diálogo é uma ótima ferramenta, pois promove a escuta ativa”, comentou a coordenadora do Cras Oeste, Kelly Prado.

A roda de conversa integra o trabalho desenvolvido pelo CRAS no acompanhamento das famílias e no fortalecimento dos vínculos comunitários. Por meio de atividades coletivas, o serviço também cria espaços para orientação, troca de informações e identificação de demandas que podem ser encaminhadas à rede de proteção social e às demais políticas públicas, conforme a necessidade de cada caso.

“Esse é um dos exemplos da atuação da assistência social na prevenção de situações de vulnerabilidade e no fortalecimento da convivência comunitária. A abordagem da saúde mental dentro desses espaços promove informação e estimula a procura pelos serviços disponíveis, especialmente em situações que envolvam sofrimento emocional, isolamento ou fragilização dos vínculos”, acrescentou Kelly.