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Agência Minas Gerais | Paralelo 60: Rede Minas exibe série que mostra a ciência no Ártico e na Antártida

Pesquisadores brasileiros visitaram os extremos do planeta. Nessas incursões científicas, driblaram o frio polar em busca de soluções para o futuro da humanidade. Documentaristas acompanharam essa aventura por conhecimento no Ártico e na Antártida e registraram o percurso, da neve aos laboratórios.

Esse trabalho se transformou na série Paralelo 60: a ciência brasileira nos extremos do planeta, que é lançada ao público pela Rede Minas e no streaming Minasplay na próxima terça-feira (9/6).

As gravações começaram em 2023, quando foi realizada a primeira expedição científica oficial do Brasil ao Ártico. Toda a jornada foi registrada pelas câmeras, que acompanharam a saga do doutor e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Luiz Henrique Rosa, e de outros cientistas de universidades brasileiras que participaram da empreitada.

A Antártida foi o segundo destino da expedição. Pesquisadores e documentaristas se embrenharam no gelo, nas águas e nas instalações da Estação Comandante Ferraz, base brasileira no Polo Sul.

 

Qu4rto Studio / Divulgação

Fora do trabalho de campo, as amostras seguiram para os laboratórios das universidades brasileiras, também retratados na série, que mostra os diversos estudos científicos desenvolvidos nesses locais.

Paralelo 60 tem direção de Ian Lara e Leandro Lopes, que também assina o roteiro junto com Bia Starling. A produção é da Qu4rto Studio, com recursos do edital Olhar Independente, fruto de parceria entre a Rede Minas e a Agência Nacional do Cinema (Ancine).

O público acompanha a exibição, com exclusividade, às terças-feiras, às 22h, pela Rede Minas e no streaming Minasplay, com reapresentação aos sábados, às 15h30.

Episódio 1

A série estreia com uma viagem pela fascinante história das grandes expedições que desbravaram os extremos do planeta e descobre os enormes desafios logísticos para alcançá-los.

Conduzido pelas pesquisas de Luiz Henrique Rosa (UFMG) e Paulo Câmara (UnB), e pelo trabalho de instituições como MCTI, CNPq e Secirm, o episódio apresenta de forma clara o funcionamento do Programa Antártico Brasileiro (ProAntar), peça-chave da presença científica nacional nos polos.

Entre registros históricos e relatos pessoais, o espectador acompanha as primeiras impressões dos pesquisadores ao pisar em territórios praticamente intocados, experimentando a mistura de deslumbramento e responsabilidade que marca o início de uma jornada científica capaz de revelar segredos vitais para o equilíbrio climático global.

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