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Força Municipal expande atuação e leva policiamento ao Calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A ampliação marca mais uma fase da implementação da Força Municipal, que adota o mesmo modelo já aplicado em outras áreas da cidade: policiamento a pé, em viaturas e motocicletas, com agentes em duplas ou trios posicionados em pontos previamente mapeados. As equipes utilizam armamento de uso individual obrigatório — pistolas Glock, câmeras corporais e dispositivo móvel de gestão e monitoramento operacional, além de instrumentos de menor potencial ofensivo, como espargidores de agentes químicos, tonfas e tasers.

– A expansão do policiamento da Força Municipal segue um planejamento rigoroso, baseado na análise de dados e informações do setor de inteligência. Estamos levando um modelo de policiamento estratégico e eficiente para áreas com grande incidência de roubos e furtos, com atuação qualificada e orientada. A partir de hoje, Campo Grande passa a integrar esse processo, reforçando nosso compromisso com a redução de roubos e furtos e com a ampliação da sensação de segurança da população – afirmou o Secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale.

Desde o início das atividades, em 15 de março, as ações da Força Municipal são realizadas de forma faseada. Na primeira etapa, os agentes passaram a atuar na região central da cidade, no perímetro que abrange a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza e a Estação Leopoldina, além do entorno do Jardim de Alah, na Zona Sul. Em seguida, o policiamento foi ampliado para o perímetro que compreende a Avenida Presidente Vargas, o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Cinelândia. A definição das áreas segue critérios técnicos, com base na análise de manchas criminais e dados estatísticos.

Além desses quatro perímetros, a expansão continuará de forma gradual, com mais 18 perímetros a serem incorporados em ordem a ser estabelecida com base na análise de dados e anunciada nas reuniões do CompStat Rio.