ESPORTES

Caso PM Gisele; marido fala pela primeira vez após morte da policial em São Paulo

Caso PM Gisele: marido fala pela primeira vez após morte da policial em São Paulo

A morte da policial militar Gisele Alves Santana continua cercada de questionamentos e segue sendo investigada pelas autoridades em São Paulo. O caso ganhou novos desdobramentos após o marido da vítima, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, falar publicamente pela primeira vez sobre o ocorrido.

A soldado foi encontrada morta com um tiro na cabeça dentro do apartamento do casal, localizado no bairro do Brás, na região central da capital paulista. Desde então, o episódio mobiliza equipes de investigação que buscam esclarecer as circunstâncias da tragédia.

Tenente-coronel nega envolvimento na morte

Durante entrevista exibida por uma emissora de televisão, o oficial afirmou que não teve participação na morte da esposa e reforçou a versão apresentada anteriormente às autoridades.

UFRJ terá novo centro de tratamento e pesquisa sobre doenças raras

Vieira: visita de assessor de Trump a Bolsonaro pode ser ingerência

Segundo ele, a policial teria tirado a própria vida dentro da residência. O tenente-coronel declarou que ainda tenta compreender o que teria levado a companheira a tomar uma decisão tão drástica.

“Eu ainda não acredito que ela fez isso. Eu me pergunto para Deus, todos os dias, por que a minha esposa foi fazer isso”, afirmou.

Relato sobre o momento do disparo

Na entrevista, o militar detalhou o que teria ocorrido no momento da tragédia. De acordo com o relato, ele estava tomando banho quando ouviu um disparo vindo de dentro do apartamento.

Ao sair do banheiro, ele disse ter encontrado a esposa caída no chão, com sangramento na região da cabeça. Diante da situação, o oficial afirmou que acionou imediatamente equipes de emergência para prestar socorro.

Estudo indica que Cerrado pode armazenar mais carbono que Amazônia

Alerj aprova formação de jovens para promover leitura e escrita no RJ

Explicação sobre a ausência de primeiros socorros

Um dos pontos que chamou atenção no caso foi o fato de o tenente-coronel não ter tentado prestar atendimento imediato à vítima. Questionado sobre isso, ele afirmou que não possuía os equipamentos necessários naquele momento, apesar de possuir treinamento técnico ao longo da carreira na Polícia Militar.

Segundo o relato apresentado, o socorro foi solicitado rapidamente para que equipes especializadas pudessem realizar o atendimento.

Oficial também passou mal durante atendimento

O militar também contou que passou mal durante o atendimento realizado por bombeiros e profissionais de saúde que chegaram ao local.

De acordo com ele, sua pressão arterial teria subido de forma significativa, o que exigiu a administração de medicamentos. O oficial afirmou ainda que foi alertado por um profissional de saúde sobre o risco de sofrer um infarto ou até um acidente vascular cerebral naquele momento.

Investigação segue em andamento

Apesar das declarações do marido da vítima, o caso continua sendo analisado pelas autoridades. Investigadores seguem reunindo informações, incluindo depoimentos, perícias técnicas e outros elementos que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte da policial militar.

A polícia busca entender todos os detalhes relacionados ao episódio, enquanto familiares, colegas de trabalho e pessoas próximas aguardam respostas sobre o que realmente aconteceu dentro do apartamento onde o casal vivia.

Tags: caso PM Gisele, policial militar Gisele Alves Santana, morte policial São Paulo, investigação PM Gisele, Geraldo Leite Rosa Neto, caso policial Brás, morte policial militar.